terça-feira, 5 de março de 2013

SINAIS DA DISTÂNCIA




Joel 1.1-12

INTRODUÇÃO

Quase nada se sabe acerca do profeta Joel. A bíblia não nos traz detalhes de sua vida pessoal, a não ser de que era filho de Petuel que também é um desconhecido. Não se sabe sequer a época em que viveu, embora é provável que tenha sido um dos primeiros profetas. Pelas freqüentes menções de Judá e Jerusalém, possivelmente foi um profeta do Reino do Sul.
O tema central de seu livro é o castigo divino representado pelo Dia do Senhor. Primeiro há um juízo sobre o povo escolhido, imposto por meio de uma praga de gafanhotos. Esse é retirado por meio de jejum e oração. Depois vem a descrição do terrível dia do juízo final, que atinge todas as nações. Os fiéis serão premiados e os malfeitores castigados.
O cumprimento de uma das predições de Joel no dia de pentecostes deu ao seu livro um lugar muito importante no pensamento cristão.
O início do livro é um chamado ao arrependimento. Arrepender-se é voltar atrás, retornar. Ainda que se esteja distante. Entretanto, isso nem sempre isso é compreendido facilmente e, por esta razão, muitas vezes, é preciso que Deus alerte de maneira severa. Como fez com Israel quando foi devastada por uma praga de gafanhotos.
Quando se está longe de Deus, essa distância produz mais do que um afastamento geográfico. Produz esquecimento, relaxamento, perda da referência. É por isso que os afastados afundam e sofrem ainda mais. Vejamos algo sobre esses sinais da distância e como eles podem representar um chamado ao arrependimento.
CASTIGO SOBRE CASTIGO

O texto fala de uma praga de quatro espécies de gafanhotos: O cortador, o migrador, o devorador e o destruidor. (v.4). Não se sabe exatamente o sentido dessas palavras. Alguns defendem que seriam os reinos que dominariam e subjugariam Israel: a Assíria, a Babilônia, a Grécia e finalmente Roma. Isso pode estar ligado ao que lemos nos vs.6-7. Outros afirmam que o ataque foi tão feroz que gafanhotos de espécies diferentes atacaram as plantações de forma simultânea e devastadora, a ponto de destruir o trigo e secar as parreiras. Seja qual for a interpretação apropriada, nesse ataque de insetos Joel compreende que Deus estava operando.
Não se trata de um Deus cruel. Trata-se de escolhas que são feitas e que consequentemente geram punição. Muitas vezes as pessoas colocam sobre Deus ou sobre o Diabo os erros e os pecados que cometem. Na verdade, elas podem estar equivocadas! É preciso olhar para trás e ver onde efetivamente erramos.
A bíblia ensina que um abismo chama outro abismo, ou seja, um castigo traz outro castigo. É preciso estar atento aos sinais de Deus em meio às disciplinas que recebemos por nossos pecados.
Isaías 59.2, diz: “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá.”
Assim como os pecados de Israel deveriam produzir neles atos de arrependimento como jejum, humilhação e intercessão, o mesmo deve acontecer conosco nos dias de hoje. É tempo de lamentar pelo pecado e de agir contra o pecado. Será que temos lamentado sobre nossos pecados? Como tem sido nossa atitude de arrependimento diante do Senhor por nossas faltas? Não basta apenas dizer: “Senhor, me perdoe!” É preciso que digamos: “Senhor, eu vou mudar!”

PERDA DA MORAL

O v.5 chama atenção dos bêbados. Esse é o único pecado nominal apontado no texto. As parreiras haviam sido destruídas pelos gafanhotos então não haveria mais vinho. A idéia é de que o pecado moral do povo havia lhes tirado completamente a percepção da santidade do Senhor.
Como cristãos devemos estar atentos para que os prazeres e os enganos do mundo não entrem na vida da igreja e nos façam perder o senso da moralidade e assim nos distanciarmos do nosso Deus.
Essa perda de referência faz as pessoas se tornarem mais amantes do mundo do que de Deus; dando mais valor as coisas materiais do que as espirituais.
Paulo alertou sobre isso a Timóteo: Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.” (II Tm 3.1-5)

PERDA DO PRAZER

O v.8 trata das relações que envolvem toda a comunidade israelita, pois no original a palavra “pranteiem” está no feminino. Joel usa a figura do matrimônio para exemplificar a perda do prazer. Em Israel quando uma mulher estava prometida em casamento a um homem, ele era chamado seu marido e ela sua mulher; embora ela ainda fosse virgem. Esse versículo, portanto, se refere à idéia do homem que morreu antes de contrair o matrimônio.
Outro claro sinal do distanciamento de Deus é a perda do prazer em servi-lo. Aquilo que inflamava no coração, o desejo de ser útil, de adorar, de render louvores; vai sendo perdido e deixado de lado. É como um casamento tão esperado, mas que nunca aconteceu.
Davi, ao passar por uma crise espiritual orou ao Senhor através de um salmo dizendo: “Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer.” (Sl 51.12)

FIM DA ENTREGA

Nos v.9,10 o lamento é pela absoluta falta da oferta de cereal (trigo) e a oferta derramada (que era uma libação de vinho) e que faziam parte do holocausto diário do povo de Israel. Os gafanhotos nada deixaram que pudesse ser oferecido como sacrifícios.
Para Josefo, a ausência dos sacrifícios diários foi a calamidade mais terrível e sem precedentes do cerco de Jerusalém. Se a profecia estiver relacionada, isso pode ilustrar quão grande foi o sofrimento espiritual do povo também nesta praga de gafanhotos. A adoração pública de Deus foi interrompida por causa da falta do que ofertar.
O castigo gerou a perda da moral, gerou a perda do prazer e consequentemente o fim da entrega. A distância de Deus provoca ausência do que ofertar. Se no coração não há mais canções de louvor, que adoração poderá ser prestada? Se nossas atitudes estão longe de ser aquilo que agrada o coração de Deus, que testemunho teremos para levar outras pessoas a Cristo? Enfim, se a vida não está nas mãos de Deus, o que se pode entregar?
Legislando sobre as ofertas, Deus advertiu o povo durante a jornada pelo deserto: "Ninguém compareça perante mim de mãos vazias.” (Ex 34.20).
O que há em suas mãos para oferecer ao Senhor?

CONCLUSÃO

Essas são os sinais que surgem quando se está distante de Deus. Infelizmente não é pequeno o número de pessoas que têm se distanciado de Deus e sofrido castigo sobre castigo por causa de seus próprios atos pecaminosos; e Deus numa tentativa desesperadora de resgate, apresenta-se em meio a essas circunstâncias oferecendo seus sinais esperando uma volta, um arrependimento.
Quando um membro se afasta da comunhão do corpo, consequentemente se afasta de Cristo e, ao ir para o mundo sua alegria seca, o culto espiritual cessa e não poderá haver paz nem segurança enquanto não ocorrer sincero arrependimento e retorno.
O livro de Joel é um chamado ao arrependimento. Evidentemente o ministério deste profeta foi mais bem sucedido do que o de muitos outros profetas, pois a condescendência de Deus indica que em algum momento o povo se arrependeria e se renderia a esse chamado de amor:
Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo. O Senhor respondeu ao seu povo: "Estou lhes enviando trigo, vinho novo e azeite, o suficiente para satisfazê-los plenamente; nunca mais farei de vocês motivo de zombaria para as nações. "Levarei o invasor que vem do norte para longe de vocês, empurrando-o para uma terra seca e estéril, a vanguarda para o mar oriental e a retaguarda para o mar ocidental. E a sua podridão subirá; o seu mau cheiro se espalhará". Ele tem feito coisas grandiosas! Não tenha medo, ó terra; regozije-se e alegre-se. O Senhor tem feito coisas grandiosas! Não tenham medo, animais do campo, pois as pastagens estão ficando verdes. As árvores estão dando os seus frutos; a figueira e a videira ficam carregadas. Ó povo de Sião, alegre-se e regozije-se no Senhor, no seu Deus, pois ele lhe dá as chuvas de outono, conforme a sua justiça. Ele lhe envia muitas chuvas, as de outono e as de primavera, como antes fazia. As eiras ficarão cheias de trigo; os tonéis transbordarão de vinho novo e de azeite. "Vou compensá-los pelos anos de colheitas que os gafanhotos destruíram: o gafanhoto peregrino, o gafanhoto devastador, o gafanhoto devorador e o gafanhoto cortador, o meu grande exército que enviei contra vocês. Vocês comerão até ficarem satisfeitos, e louvarão o nome do Senhor, o seu Deus, que fez maravilhas em favor de vocês; nunca mais o meu povo será humilhado. Então vocês saberão que eu estou no meio de Israel. Eu sou o Senhor, o seu Deus, e não há nenhum outro; nunca mais o meu povo será humilhado.” (Joel 2.18-27)

Pr. Elias Manoel – 30/08/12

VALORES ESPIRITUAIS




Daniel 1

Introdução

Valores são ferramentas para toda a vida. Aprendemos desde a infância em casa com nossos pais.
Coisas perdem a importância ao longo do tempo. Valores são para toda a vida.
A história lida nos conta sobre Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego que mantiveram seus valores espirituais em um tempo onde os mesmos haviam sido corrompidos por causa do cativeiro.
A bíblia relata que esses quatro homens eram especiais. Os vs.4-6 dizem: “...jovens sem defeito físico, de boa aparência, cultos, inteligentes, que dominassem os vários campos do conhecimento e fossem capacitados para servir no palácio do rei. Ele devia ensinar-lhes a língua e a literatura dos babilônios. O rei designou-lhes uma porção diária de comida e de vinho da própria mesa do rei. Eles receberiam um treinamento durante três anos, e depois disso passariam a servir o rei. Entre esses estavam alguns que vieram de Judá: Daniel, Hananias, Misael e Azarias.”

Os valores do mundo

O cativeiro cerceou os direitos dos judeus. Houve uma desconstituição de valores e direitos que lhe foram ensinados desde criança.
Houve uma corrupção da cultura. Cultura é um conjunto de valores como religião, língua, costumes, literatura.
De repente, tudo foi tirado para serem difundidos novos conceitos em suas mentes. É o que vemos no final do v.5: Eles receberiam um treinamento durante três anos, e depois disso passariam a servir o rei.”
Agora, imagine você sendo massificado por três anos com novos conceitos e valores, que vão lhe tirando aquilo que sempre aprendeu e em seu lugar vão sendo incutidos novos conceitos, costumes, religiosidade. Uma verdadeira lavagem cerebral!

Valores espirituais

Há algo que não podemos permitir que seja tirado de nós: são os nossos valores.
E o que são valores?
Valores são ferramentas que adquirimos ao longo do tempo. São aprendizados para direcionar os rumos da nossa vida. Na verdade nascemos com eles, mas nem sempre morremos com eles. Às vezes se perdem pelo caminho por opção própria ou por fatores externos à nossa vontade.
Precisamos saber que as escolhas que fazemos hoje vão refletir por toda nossa vida!
Preservar certos valores não é utopia. A história bíblica que lemos conta que existiram rapazes assim. Daniel e seus amigos foram esses rapazes.
E se eles conseguiram ser assim, esteja certo de que eu e você também podemos ser!
Esses valores são mostrados de uma maneira aparentemente muito simples na vida de Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego que escolheram, ou seja, decidiram não se contaminar com a comida do rei, como diz o texto.
Há nisso uma lição para todos os atuais servos de Deus, discípulos de Jesus. Aqueles jovens hebreus poderiam ter pensado que apenas comer aqueles alimentos consagrados aos ídolos da Babilônia não era uma transgressão tão grande assim em relação à Lei de Deus; pelo menos não quando comparadas com os Dez Mandamentos ou com as leis sobre os sacrifícios ou as festividades anuais.
Mas não! Aqueles jovens judeus se preocupavam em viver à altura de todos os aspectos da Lei de Deus!
O resultado disso foi o que diz os vs.18-20: Ao final do tempo estabelecido pelo rei para que os jovens fossem trazidos à sua presença, o chefe dos oficiais os apresentou a Nabucodonosor. O rei conversou com eles, e não encontrou ninguém comparável a Daniel, Hananias, Misael e Azarias; de modo que eles passaram a servir o rei. O rei lhes fez perguntas sobre todos os assuntos nos quais se exigia sabedoria e conhecimento, e descobriu que eram dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores de todo o seu reino.”
Precisamos aplicar valores cristãos em nossas vidas, portanto, em todo o tempo.
Às vezes nos perguntamos: Porque temos que ir a EBD? Porque temos que freqüentar os cultos da igreja? Porque temos que ter compromisso com Deus?
Para ser um cristão de verdade, não tem meio termo: ou fazemos integralmente ou nada feito! Os valores espirituais são absolutos e por isso, inegociáveis!
Veja o que disse Jesus em Lucas 16.10: “Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes.” E também João 8.31: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos.”

Quais são seus valores?

Você já pensou que talvez nem tivesse problema Daniel e seus amigos comerem das iguarias do rei, mas, eles escolheram não fazê-lo não só pelo mandamento legal, mas, também, por uma questão de postura?
- Você tem tido postura e exercido juízo de valor nas suas decisões?
- Quais são seus valores como servo de Deus?
- Você tem preferido andar na contramão do mundo mesmo às vezes sendo ridicularizado, mas tem se mantido firme no seu propósito de vida com Deus, ou prefere se render as coisas deste mundo abrindo mão de seus valores morais, éticos e, acima de tudo, espirituais?
- Como é com você quando a situação se torna adversa? Como se comporta? Qual sua reação?
- Como é com você quando tem que escolher entre dois caminhos? Prefere servir a Deus ou ao mundo?
- Afinal, quem controla sua vida: os valores deste mundo ou os valores divinos?
Deixe Jesus controlar a sua vida!
“Entregue o seu caminho ao Senhor, confie nele, Ele agirá.” (Salmo 37.5).
Pr. Elias Manoel – 02/08/2012

VOCÊ QUER CONHECER A DEUS?




Oséias 6.3a

Desde o Gênesis Deus sempre deixou muito claro de que Ele era o único Deus e o que o Seu objetivo sempre foi o de relacionar-se com o homem.
O livro de Oséias foi escrito para profetizar contra os pecados do reino do Norte. Oséias foi o maior poeta do amor de Deus. Foi o único profeta escritor do Reino do Norte. Era um tempo de desgraça espiritual e total distanciamento de Deus. Oito anos após a sua morte, Israel foi levado cativo e desapareceu.
Os israelitas na época de Oséias estavam sendo politeístas adorando os deuses dos cananeus.
O apelo do livro, portanto, era o de que o povo buscasse intimidade com Deus através da persistência em conhecê-lo. Essa seria a única chance de serem salvos e perdoados de seus pecados. Deus chega a dizer ao povo através do profeta as seguintes palavras: “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento.” (Oséias 4.6).
Este continua sendo o apelo de Deus ao Seu povo: “Persistam em me conhecer para que sejamos amigos íntimos e vocês vivam bem!”.

É preciso intimidade com Deus

Entendo que o único meio que temos para conhecer a Deus é viver de acordo com o que Ele deseja de nós; e para que isso ocorra é necessária uma vida de intimidade e comunhão com o Senhor.
Vejamos alguns textos bíblicos que tratam sobre esse aspecto relacional homem/Deus:
I Coríntios 1.9: “Fiel é Deus, o qual os chamou à comunhão com seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor”. Jesus nos chama à comunhão e à intimidade com Ele.
II Coríntios 6.16-18: “Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos o santuário do Deus vivo. Como disse Deus: Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo, portanto, saiam do meio deles e separem-se, diz o Senhor. Não toquem em coisas impuras, e eu os receberei e lhes serei Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas, diz o Senhor todo-poderoso”. Para termos comunhão e intimidade com Jesus é necessário que nos distanciemos das coisas impuras deste mundo.
Filipenses 3.8: “Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor”. Para termos comunhão e intimidade com Jesus muitas vezes é necessário abandonar aquilo de que mais gostamos. Lembro de como eu era fissurado por filmes. Não há problema em ver filmes, mas isso estava tomando um grande tempo de minha vida e minando meu relacionamento com Deus.


É preciso gastar tempo com Deus

Fomos feitos para conhecer a Deus. Aliás, a vida eterna consiste nisso, ou seja, conhecer a Deus, como nos mostra o texto de João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.
Como podemos conhecer os pensamentos de Deus se não gastamos tempo com Ele?
Jeremias 23.23 diz que Deus é Deus de perto e de longe. Ele está longe, a uma grande distância para nos ver em todo lugar, mas é Deus de perto porque Ele quer estar junto a nós. Ele vem à nós porque quer um relacionamento. Nós só queremos resultados. Ele quer conversar, mas nós só queremos que ele resolva nossas coisas.
Amizades verdadeiras não podem ser forçadas. Se a amizade se aprofunda, você um dia acordará e perceberá que ama seu amigo pelo que ele é; e não pelo que ele pode fazer por você.
Enquanto estivermos primeiro interessados em nosso amigo por aquilo que ele pode fazer por nós, nunca construiremos uma amizade verdadeira.
Algumas igrejas erram em apresentar Jesus como um vendedor que oferece seus produtos aos consumidores: “Venha a Jesus e ele te curará!” ou “Venha a Jesus e Ele te dará isso ou aquilo!”
E se Ele não der; deixaremos de dignificá-lo por isso? Deixaremos de louvá-lo e adorá-lo por isso?


Conclusão

Você quer conhecer a Deus? Então permita que Ele se relacione com você! Faça dos propósitos de Deus os seus propósitos. Guarde seu coração e faça o que é certo de acordo com a Palavra de Deus. Ore todos os dias. Jejue. Leia a Palavra de Deus. Cultive boas amizades. Ouça conselhos de pessoas sabias. Persista e não desista nunca.
Talvez você possa alegar que lhe sobra pouquíssimo tempo para isso. Entretanto, John Piper escreveu uma frase que já se tornou famosa através dos sites de relacionamento e que expressa exatamente o momento em que vivemos: “Uma das maiores utilidades do Twitter e Facebook será provar no Último Dia que a falta de oração não era por falta de tempo.”
Não é verdade que não temos tempo. A grande verdade é que de fato não priorizamos o relacionamento com o Senhor!
Para terminar, um apelo inflamado do apóstolo Paulo nos mostra o nível de relacionamento que Deus deseja ter conosco:
“Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável à Deus; este é o culto racional (espiritual) de vocês.” (Rm 12.1)

Pr. Elias Manoel